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Legacy x 737 da Gol

01/07/2011

Excelente narrativa publicada na Revista Piauí, referente ao acidente causado pelo choque entre o Legacy e o 737 da Gol em setembro de 2006. Após o jump, o texto completo!

Cadeia de erros

Como e porquê o Legacy da Embraer bateu no Boeing da Gol e matou 154 pessoas

por Ivan Sant´anna (autor do livro Caixa Preta)

Um avião a jato não é uma mercadoria qualquer. Seu preço equivale ao capital de uma empresa de médio a grande porte. Um Legacy fabricado pela Embraer sai por 25 milhões de dólares. A entrega de uma dessas joias ao comprador é uma combinação de extensa burocracia com minuciosa verificação de especificações técnicas, acompanhadas de chique e austero cerimonial de celebração. Ninguém vende (ou compra) uma “empresa” de dezenas de milhões sem ao menos brindá-la com uma taça de champanhe.

O Embraer Legacy 600 foi apresentado ao público em junho de 2001. Baseado no Embraer 135, exibia vários aprimoramentos, inclusive tanques extras de combustível e winglets — uma graciosa dobra para cima, em forma de lâmina, com um ângulo de aproximadamente 80 graus — na ponta de cada asa. Seu sistema aviônico (o conjunto de instrumentos eletrônicos de comunicação, navegação, monitoramento do voo e indicadores meteorológicos) incluía um sofisticado TCAS.

Sistema de alerta e prevenção de colisões, o Traffic Collision Avoidance System, TCAS, passa à tripulação avisos sobre um possível tráfego aéreo em sentido contrário, aproximadamente quarenta segundos antes que o choque possa acontecer. Além de alarmes visuais e sonoros, o TCAS indica aos pilotos as manobras necessárias para evitar a colisão. Em resumo, o TCAS permite que aeronaves voando uma em direção à outra “conversem” entre si, como que dizendo: “Você sobe e eu desço.”

Para que o TCAS funcione, é preciso que ambos os aviões sejam equipados com o aparelho e que, obviamente, estejam ligados. É preciso também que os transponders (o sistema que emite sinais para os controladores em terra, indicando dados do voo e identificação da aeronave) tenham sido ativados. Sem transponder, um avião perde seu tcase se torna uma ameaça pairando no ar. Não foi à toa que uma das primeiras providências dos pilotos camicases do 11 de Setembro foi desligar os transponders dos quatro Boeings que sequestraram.
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Aviação do Futuro :: ZEHST

22/06/2011

A EADS revelou nessa última Le Bourget o plano de desenvolver um avião hipersônico. O nome do projeto é Zehst e promete fazer grandes distâncias em pouquíssimo tempo, comparado com o que estamos habituados nos dias de hoje. Para se ter uma idéia, a rota Tokio-Londres seria feita em quase duas horas e meia, contra onze horas que é o que leva um vôo dessa distância em aviões comerciais atualmente. Isso equivale aproximadamente a um vôo e São Paulo a Londres também.

O sistema utilizaria três formas de propulsão: duas turbinas, três foguetes e duas “ramjets” (sistema utilizado em mísseis e aviões que voam em altas altitudes). A primeira para a decolagem e pouso. Logo após a decolagem seria lançado para a altitude de 32km como um foguete. Nessa altitude acionaria a terceira forma de propulsão e atingiria até 4800 quilômetros por hora.

Conceito é conceito, mas já escuto falar dessa tecnologia de aviação hipersônica há algum tempo e espero ver  essa máquina voando. Preciso comer muita granola para durar mais 40 anos que é o que eles estimam para estar comercialmente viável. Enquanto isso, vamos voando virtualmente no video abaixo:

Lente fotográfica cortada ao meio

05/06/2011

Super interessante esse corte real feito em duas lentes Leica. Feito com uma super precisão e limpeza que dá para ver direitinho como funciona. Muito legal!

As duas primeiras fotos são de uma Leica Tri-Elmar-M28-35-50mm. Após o jump, mais duas fotos de um Leica 50mm f/1.4 Summilux M ASPH.

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Propaganda :: buy a Mac

31/05/2011

Super atual! :)

VW – Papando a estrada

26/05/2011

A agência de publicidade Ogilvy lá da Africa do Sul inventou uma nova maluquice para um anúncio de um carro da Volkswagen….

Para demonstrar a fome de comer estrada do Golf R, fizeram uma página comestível com uma estrada “impressa” em uma revista. Isso mesmo, comestível!

Até passaram os ingredientes… Farinha de arroz, água, sal, glicerina e um corante.

O pessoal da gráfica deve ter se assustado com o encarte bizarro. Na fonte desta informação, o site Ads of the World, eles falam que foi colocado em uma revista de automóveis. Não sei se isso significa que fizeram um teste ou se realmente publicaram. Quando souber, volto e coloco nesse post.

Conversación

25/05/2011

via Marcelo Aixpira!

Rally cross

21/05/2011

Depois de um dia muito legal com ótima companhia, acabamos assistindo uma etapa do Rally Cross que eu achei muito legal e lembrei de um vídeo que recebi e assisti há algum tempo justamente de um carro dessa modalidade.

Dá para acreditar que é um Ford Fiesta? Não que tenha sobrado muita coisa do original!

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